O que deseja fazer com essa Receita:

  • Fotografia em tons de azul em uma bancada de madeira azul mesclada, um pano branco com listras azuis, um prato redondo cinza com vários biscoitos de polvilho fritos. Ao lado, uma caneca com mais biscoitos dentro.
  • Imagem de uma caneca de alumínio com os palitos de biscoito de polvilho dourados. Ao lado, um paninho branco com detalhes preto e 2 biscoitos.
  • Imagem de um prato rústico escuro com um saquinho de papel marrom com palitos de biscoito de polvilho dourados.
  • Fotografia em tons de azul em uma bancada de madeira azul mesclada, um pano branco com listras azuis, um prato redondo cinza com vários biscoitos de polvilho fritos. Ao lado, uma caneca com mais biscoitos dentro.
  • Imagem de uma caneca de alumínio com os palitos de biscoito de polvilho dourados. Ao lado, um paninho branco com detalhes preto e 2 biscoitos.
  • Imagem de um prato rústico escuro com um saquinho de papel marrom com palitos de biscoito de polvilho dourados.
Gráfico de um coração amarelo com o logotipo de Leite Ninho Nestlé na cor verde escuro.
Testada

Biscoito de Polvilho Frito: Receita Caseira Crocante e Dourada

O biscoito de polvilho frito é um dos salgadinhos mais tradicionais da cozinha brasileira, especialmente em Minas Gerais e em regiões do interior, onde aparece em cafés da tarde, lanches no cafezinho e bandejas de bufê caseiro. A versão frita tem textura distinta do biscoito assado: a casquinha dourada e crocante envolve um miolo mais macio, quase cremoso, que derrete na boca com o sabor marcante do polvilho azedo.

Esta receita combina leite, água e óleo fervidos em ponto de escaldar, que hidratam o polvilho azedo em um processo chamado escaldo. Depois, ovos são incorporados à massa morna e sovados até o ponto de modelagem. Os rolinhos são fritos em óleo aquecido em fogo alto no início, depois baixado, para conseguir a textura característica: douradinhos por fora e aerados por dentro.

Com dificuldade fácil, rendimento de 20 unidades e tempo total de 40 minutos, é uma opção caseira e nostálgica para servir no café da manhã, chá da tarde, ou acompanhando bandejas de petiscos em recepções informais. A receita ainda tem a vantagem de ser naturalmente sem glúten, atendendo pessoas com restrição ao trigo, sem que a textura sofra.

Confira o passo a passo, as dicas para acertar o escaldo e a fritura e as respostas para as dúvidas mais comuns sobre essa receita.

Receita criada por: Receitas Nestlé

  • DificuldadeFácil
  • Porções20
  • Total40 min

Ingredientes

    • 6 colheres (sopa) de Leite Líquido NINHO® Forti+ Integral (90 ml)
    • 6 colheres (sopa) de água (90 ml)
    • 3 colheres (sopa) de óleo (45 ml)
    • 1 e meia xícara (chá) de polvilho azedo
    • 1 colher (chá) de sal
    • 1 colher (sopa) de açúcar
    • 2 ovos
    • 1 litro de óleo para fritar

Utensílios necessários

  • Imagem do utensílio Panela

    Panela

  • Imagem do utensílio Tigela

    Tigela

Modo de Preparo

  • 1.Em uma panela, ferva o Leite NINHO, a água e o óleo.
  • 2.Em um recipiente, coloque o polvilho, o sal e o açúcar e misture.
  • 3.Despeje aos poucos a mistura líquida quente para escaldar o polvilho. Misture bem e deixe esfriar um pouco.
  • 4.Acrescente os ovos, um a um e misture bem com as mãos.
  • 5.Com as mãos untadas com um pouco de óleo, modele rolinhos de biscoito e reserve em uma forma untada com óleo.
  • 6.Em uma panela coloque o óleo e alguns biscoitos, mantenha em fogo alto até que os biscoitos fiquem na superfície, então abaixe o fogo e frite até dourar, virando de tempo em tempo.
  • 7.Para fritar a segunda remessa, espere o óleo esfriar um pouco e siga o passo anterior.
  • 8.Repita até terminar a massa e sirva imediatamente.

Segredos para um Biscoito de Polvilho Frito Crocante

O sucesso dessa receita depende de quatro pontos principais: o tipo de polvilho, o ponto correto do escaldo, a textura da massa antes de modelar e a técnica de fritura em duas temperaturas. Esses detalhes definem a textura final, crocante por fora e aerada por dentro.

Polvilho azedo ou doce

Esta receita pede polvilho azedo, responsável pela textura aerada e pelo sabor levemente ácido que caracteriza o biscoito tradicional. O polvilho doce dá resultado mais denso, menos crocante e sem o sabor marcante que faz o biscoito de polvilho ser o que é. Verifique sempre a data de validade do produto: polvilho azedo vencido perde força e compromete o crescimento do biscoito durante a fritura.

O ponto certo do escaldo

O escaldo é a etapa mais importante: o líquido (leite, água e óleo) deve ferver vigorosamente antes de ser despejado sobre o polvilho. Jogue aos poucos, mexendo bem entre cada adição, para distribuir o calor uniformemente. Se o líquido não estiver bem quente, o polvilho não ativa, e o biscoito fica duro. Se o escaldo for feito corretamente, a massa forma uma textura opaca e esbranquiçada, que brilha levemente.

A massa no ponto de modelar

Depois que a massa esfria e os ovos são incorporados um a um, ela deve ficar firme mas maleável, desgrudando das mãos ao trabalhar. Se estiver mole e grudenta, adicione mais polvilho azedo aos poucos, até atingir o ponto. Se estiver muito seca e quebradiça, adicione um fio de água morna. Unte as mãos com óleo para modelar os rolinhos (cerca de 5 cm cada) sem grudar.

Fritura em duas temperaturas

Comece com óleo bem quente em fogo alto: mergulhe os biscoitos e, quando começarem a subir para a superfície (cerca de 1 minuto), abaixe o fogo para médio-baixo. Isso permite que a massa cozinhe por dentro sem queimar por fora. Fritar em fogo alto do início ao fim queima a superfície e deixa o miolo cru. Entre as levas, espere o óleo esfriar levemente, para manter a temperatura consistente em cada ciclo de fritura.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre biscoito de polvilho frito e assado?

O assado tem textura mais uniformemente crocante, seca, leve e quebradiça, próxima de um biscoito tradicional. O frito tem duas camadas distintas: casquinha bem crocante por fora, com tom dourado, e miolo macio, aerado e com leve humidade por dentro, que derrete na boca. A receita da massa é similar, mas a técnica de fritar em óleo quente cria essa dualidade característica que o forno não consegue reproduzir.

Por que meu biscoito de polvilho ficou duro?

Três causas comuns: polvilho azedo vencido ou de baixa qualidade (perde capacidade de aerar), escaldo feito com líquido pouco quente (não ativa o polvilho) ou massa sovada em excesso (desenvolve rigidez). Para evitar, verifique a validade do polvilho, deixe o líquido ferver vigorosamente antes de escaldar e sove apenas até a massa ficar homogênea, sem exagerar. Ovos em temperatura ambiente também ajudam, pois não chocam a massa ainda morna.

Posso assar biscoito de polvilho em vez de fritar?

Pode. Preaqueça o forno a 180°C, disponha os rolinhos em assadeira untada ou com papel manteiga, sem amontoar, e asse por cerca de 25 a 30 minutos, até ficarem dourados. A textura muda: fica mais seco, crocante uniformemente e sem o miolo macio característico do frito. Para resultado mais leve e próximo da versão assada tradicional, use essa técnica. Também funciona na airfryer a 180°C por 12 a 15 minutos.

Quanto tempo dura o biscoito de polvilho frito?

Diferente dos assados, a versão frita tem vida útil mais curta: mantém a textura crocante por cerca de 24 horas em temperatura ambiente, em pote aberto ou bem ventilado. Em pote totalmente fechado, a umidade interna amolece a casquinha. Para conservar por mais tempo, congele os rolinhos de massa crua já modelados (ficam bem por até 2 meses) e frite direto do freezer quando quiser consumir fresquinhos.

Posso fazer biscoito de polvilho frito sem ovos?

Pode, mas a textura muda. Sem os ovos, o biscoito fica mais seco e menos aerado por dentro, parecendo mais um biscoito de polvilho tradicional no formato frito. Para compensar a função estruturante do ovo, aumente ligeiramente a gordura da receita (1 colher extra de óleo) e adicione 2 colheres de polvilho doce ao polvilho azedo, o que ajuda a dar estrutura sem os ovos. O resultado é aceitável, mas diferente do original.

Qual o melhor óleo para fritar?

Prefira óleos com ponto de fumaça alto e sabor neutro, como óleo de soja, milho, canola ou girassol. Evite azeite de oliva (queima em temperatura alta e deixa sabor pronunciado) e banha (pode deixar textura pesada). Use óleo novo, sem mistura com usos anteriores, para manter cor dourada uniforme e sabor limpo. A temperatura ideal do óleo é cerca de 180°C: se tiver termômetro, use; se não, teste mergulhando um pedaço pequeno de massa, que deve subir imediatamente.

Assuntos Relacionados

X